sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Palavras no vento

Apunhalaria eu o peito,
apenas para debrusar-me
ao te ver chorar em meu leito de morte?
Não seria suficiente!
Meu coração a proa de qualquer sentimento volúvel
e solto no ar, é como uma criança, com seu inesperado e infinito
sorriso que arrebenta quaquer arteria do corpo humano.
Ou não, mero pensamento o meu,
quero construir meu castelo com
palavras impreterivelmente rejeitadas e borradas.
Já que o mar se desfez diante de mim.

4 comentários:

  1. Júnior - uma fruta tão madura... Quase podre.

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  2. Tratarei de replantar-me novamente, quando chegar a hora.

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  3. Replantar-se? Mas que desperdício.
    Escolha ser ingênuo, ignorante e feliz ou genial, louco e triste.

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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