O amor, de um sussurro mudo,
De uma cascata calada,
De um céu sem azul.
A tremula rede sem punho,
Os lindos cabelos sem fios,
A dor, que não para de sorrir.
O olhar que não para de piscar,
O toque que se recusa a parar,
E a tristeza que não para de vir.
O palhaço que continua a cantar,
O padre que não parou de rezar,
O teu coração que brinca, brinca sem parar.
E eu...
Que feito bobo não consigo fugir,
Feito tolo, a um sorriso me iludir,
Brincando de não parar de brincar,
Continuo sempre a te olhar,
Tentando me restringir,
Tentando me enganar,
Mas não consigo,
Que verbo mais difícil de conjugar,
Amar.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Seqüelas de uma cadeia sem grades
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