Limpando rostos de inimigos,
A febre não baixa enquanto não te calas,
E o Deleito por tua boca se cessa no Habituar dos teus olhos.
Tua pele, brilha como o vagalume,
Vaga lume do sertão, do vilarejo cariri,
Onde os cangaceiros riscam faca como fosforo
E o fogo limpa as brechas do meu amor.
Feches de uma eletrecidade divina,
Curador de solidões perdidas.
E quando tua boca
Não for mais a margem do meu silêncio,
Tuas costas serão.
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Confesso que deste não entendi quase nada. Mas gostei, gostei do desfecho dele.
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