É como se a morte estivesse com a mão no meu ombro
E nem meu violão o afastace...
Ó bela morte, te quero tanto,
Te quero como quero a garrafa do vinho,
Te quero como o cigarro que não posso fumar.
Não sou merecedor de ti...
Minha mera insignificancia precisa existir
Para afastar os fantasmas que não me assombram.
Qual será o cheiro do teu perfume, ó bela companheira?
Só tu me amas, só tu me queres com ardor...
Porisso te amo.
E deixarei minha pobre alma
A proa de qualquer sentimento volúvel
Não se preocupe!
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