Minha vaidade é cruel...
Não de uma forma despropositada!
É o querer infelicitar para felicitar-se,
o pensamento ingênuo de botar pra fora,
de afogar o outro (eu) nos reclames do passado,
de sufocar a ilusão amorosa em despejos de insegurança.
É perigoso pensar sobre isso,
mas o que teria eu se não pudesse ao menos
me torturar nessa trégua de carinhos e silêncios?
E quando não se deve fechar os olhos, é que eu fecho.
Já não posso mais sorrir, mas sorrio mesmo assim.
Ah, minha vaidade...
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