É perto da beleza que mora a embriagues.
Dessas movida pela fome, pela necessidade de retorno.
Dessas que não se sabe onde, e nem porque.
Dessas que perto da alegria, mesmo que alheia, vira uma epidemia.
E a beleza, agora embriagada,
Vê-se na tua companhia, e não sabe se foge, ou fica para ser humilhada.
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