domingo, 27 de fevereiro de 2011

É perto da beleza que mora a embriagues.
Dessas movida pela fome, pela necessidade de retorno.
Dessas que não se sabe onde, e nem porque.
Dessas que perto da alegria, mesmo que alheia, vira uma epidemia.
E a beleza, agora embriagada,
Vê-se na tua companhia, e não sabe se foge, ou fica para ser humilhada.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Parei de escrever poemas no dia em que te conheci.
Agora quem escreve é você.
Você, que me possui em tardes vazias,
em noites escutas, em manhas de solidão...
Preenchendo papeis com palavras inúteis...
Lembrando dos beijos que eu nunca te dei.