Como seria a noite se pela fresta,
O meu olhar mudo
Não conseguisse te pegar de relance?
Prefiro não imaginar.
A tua silhueta, esse escorregador ambulante,
Sentiria uma solidão inimaginável.
Com os teus passos precisos,
Calculavelmente sensuais,
Deixaria um vazio enorme
Nos olhos de quem te vê.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário