terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Já me desencontrei em varias noites
Tentando continuar o versos que perdi no ziper da tua calça.
Encontrei uma intimidade fácil, simples, inútil á olho nu.
(É impressionante a forma com que os pensamentos fluem a noite)
Perdi o teu olhar e nem sei onde,
É de tanto esperar que o amor se esconde.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Como seria a noite se pela fresta,
O meu olhar mudo
Não conseguisse te pegar de relance?
Prefiro não imaginar.
A tua silhueta, esse escorregador ambulante,
Sentiria uma solidão inimaginável.
Com os teus passos precisos,
Calculavelmente sensuais,
Deixaria um vazio enorme
Nos olhos de quem te vê.