Mesmo quando a tristeza me abraçar,
E sentir que a alegria não vai voltar,
Buscarei o amanhecer doe meus desejos
E tomarei um pouco de conhaque.
Quando meus sentidos morrerem
E minha mente sangrar,
Beberei um pouco de saudade
E matarei um pouco da esperança.
Quando meus versos não mais saírem
E meus poemas ficarem inúteis,
Eu pegarei o meu violão,
E cantarei um pouco para as estrelas.
Embebedando-as de poesia.
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