sábado, 7 de fevereiro de 2009

O sonho.

A esperança é tão pouca e o caminho tão longo,
Meu pequeno anjo desconhecido apareça-me outra vez,
Quero tirar do teu beijo toda a tristeza,
Do teu abraço toda dor,
Dos teus olhos minha vida.
Olhos que não lembro,
Mas sei que devem brilhar mais que o sol,
Pois eles me segaram.
Como se pode amar uma esperança?
Como se pode desejar o desconhecido?
A ultima gota de lagrima caiu chamando o teu nome...
Que eu ainda não sei!